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Quem é Gui Castro
Gui Castro é um profissional que teve sua primeira experiência profissional aos 13 anos quando tinha muito interesse em computadores e descobriu como invadir sistemas.
Na entrevista fomos meu pai, minha mãe e eu falar com uma consultoria responsável pela segurança de um órgão importante. O responsável, que tinha menos de 30 anos ficou surpreso e cogitou me contratar antes dos anos 2000.
Foi a minha primeira frustração concreta na vida profissional, já que não conseguiram me contratar por não ter idade para ser jovem aprendiz.
De lá pra cá, naveguei entre áreas de tecnologia, comunicação, serviços e também me aventurei no universo de startups. E mesmo em meio a vários ciclos, nunca perdi o olhar curioso e crítico que tinha no início do século.
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De Onde vem meu olhar
Eu sempre tive um olhar bem crítico, curioso e altamente inquieto para entender como as coisas funcionam. Com o passar do tempo, entendi que essa fixação tinha um nome: pensamento sistêmico.
No entanto também tenho um lado bastante sensível e humano. E isso sempre me ajudou a me preocupar em enxergar o outro.
Entendo que essa é a base do meu trabalho: a compreensão de que toda tecnologia surge à partir da união entre a visão sistêmica e o olhar do humano sobre a natureza das coisas.
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O que aprendi na minha trajetória
Aprendi que nada é construído de forma isolada e todas as relações têm algum grau de interdependência. Conseguir observar os elementos que compõe o sistema e tentar capturar os fatores que originaram as escolhas estabelecidas é o que possibilita a compreensão da integralidade.
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Por que falo em ecossistemas digitais
Encontrei nessa expressão um caminho pra unificar a visão entre pessoas, tecnologia, processos e cultura.
Na prática, ecossistemas digitais são ambientes formados pela integração entre sistemas, bases de conhecimento, canais de venda, canais de comunicação, automações, interfaces e pessoas.
Cada parte pode nascer para resolver um problema específico, mas o valor real aparece quando essas partes começam a se relacionar. É nesse ponto que o digital deixa de ser uma coleção de ferramentas e passa a funcionar como uma estrutura viva, capaz de organizar informação, sustentar decisões e transformar a forma como uma empresa opera.
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O que estou investigando agora
Descobri na Inteligência Artificial uma ferramenta poderosa para escalar a capacidade de análise e ampliar as possibilidades de construção dentro do ambiente digital. No entanto ao me aprofundar na tecnologia também entendi as limitações de sua natureza probabilística. Entendo que estamos em um momento disruptivo não só em termos de tecnologia mas também de modelo mental e comportamento. Tenho investido energia em compreender como construir o contexto necessário para aproveitar das capacidades da IA para construir novas soluções, construindo modelos de orquestração entre tecnologia, governança corporativa e objetivos de negócios
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Credenciais
Mais de 15 anos de experiência em transformação digital, negócios, tecnologia e operações digitais, com atuação em varejo, saúde, educação, indústria e serviços.
Minha trajetória inclui liderança executiva em operações de alta performance, projetos estratégicos, estruturação de times, integração de sistemas e atuação em contextos onde negócio, tecnologia, pessoas e resultado precisam andar juntos.
Sou bacharel em Sistemas de Informação pelo Senac, tenho MBA em Marketing Digital pela ESPM e atuo como consultor independente, CDO sob demanda e mentor de startups, negócios digitais e IA aplicada.