Mentoria técnica em Vibe Coding para executivos, PMs e times que querem ir além de "montar prompts"
8 fases • Projeto real • Fundamentos até escala
Ferramentas prometem código instantâneo, mas você não sabe se está tomando as decisões certas
Cursos ensinam prompts, mas não ensinam arquitetura, segurança ou critérios de escala
Você precisa de estrutura técnica real, não de mais hype sobre IA
Um projeto focado em MVP, abordando desde fundamentos de sistemas, modelagem de negócio e escolha de tecnologia até validação, segurança, implementação assistida por IA e critérios reais de escala.
Estabelecer entendimento comum sobre MVP, estruturar o problema e criar a base técnica mínima para decisões conscientes.
Definir como o MVP será construído e qual papel a IA terá em cada parte do processo.
Transformar o problema de negócio em um sistema lógico coerente e implementável.
Confrontar o conceito com a realidade antes da implementação pesada.
Garantir que o MVP não seja estruturalmente inviável para evolução futura.
Construir o MVP com IA sem perder controle estrutural.
Definir se, quando e como escalar — ou não.
Preparar continuidade consciente do produto.
Clareza total para você decidir se faz sentido
Executivos que querem entender como Vibe Coding funciona na prática
PMs e líderes de produto explorando IA na construção de MVPs
Times que desejam aprender a estruturar sistemas com apoio de IA
Pessoas interessadas em Vibe Coding além do hype
Protocolo estruturado. Tudo aberto, tudo explícito, zero abstração.
Fase 1 de 8
Estabelecer entendimento comum sobre MVP, estruturar o problema e criar a base técnica mínima para decisões conscientes.
| Item do Escopo | Atividade no Projeto | Entregável |
|---|---|---|
| Ajudar a entender o que é MVP | Formalização das hipóteses de negócio, uso e técnica | Documento de definição de MVP |
| Estruturar MVP | Delimitação de escopo funcional mínimo | Escopo funcional fechado |
| Pontos reais para escalar | Identificação de componentes críticos e não críticos | Lista de critérios de escala |
| Conceitos básicos sobre estrutura de sistemas (back-end, front-end, APIs, micro-serviços) | Análise do sistema proposto sob perspectiva estrutural | Diagrama lógico de arquitetura |
| Fornecedores principais | Avaliação de BaaS, hosting, banco e serviços | Stack candidata documentada |
Fase 2 de 8
Definir como o MVP será construído e qual papel a IA terá em cada parte do processo.
| Item do Escopo | Atividade no Projeto | Entregável |
|---|---|---|
| Entender a diferença entre construção com Lovable e Antigravity/Cursor e afins | Comparação prática aplicada ao caso do projeto | Decisão de abordagem de construção |
| IAs como copiloto (orquestrador, arquiteto, validador) | Definição de papéis da IA por etapa | Matriz de uso de IA |
| Escolha do modelo ou modelos | Avaliação de modelos para raciocínio, geração e validação | Estratégia de modelos definida |
| Definição da tecnologia a ser utilizada | Consolidação da stack final | Stack tecnológica final |
Fase 3 de 8
Transformar o problema de negócio em um sistema lógico coerente e implementável.
| Item do Escopo | Atividade no Projeto | Entregável |
|---|---|---|
| Modelagem de negócio | Tradução do problema para estrutura lógica | Modelo de negócio estruturado |
| Regras de negócio | Identificação e formalização de regras | Documento de regras de negócio |
| Ontologia própria | Definição de entidades, eventos e estados | Ontologia mínima do sistema |
| Construção de conceito | Consolidação da visão do sistema | Documento de conceito do produto |
| Modularização | Separação do sistema em módulos | Mapa de módulos |
| Estrutura básica de banco | Modelagem inicial de dados | Schema inicial do banco |
Fase 4 de 8
Confrontar o conceito com a realidade antes da implementação pesada.
| Item do Escopo | Atividade no Projeto | Entregável |
|---|---|---|
| Mecânica de Validação de Projeto vs Realidade | Definição de hipóteses testáveis | Protocolo de validação |
| Prototipação Básica | Criação de UX para validação | Protótipo navegável |
| Orientar o desenvolvimento | Uso do protótipo como guia técnico | UX como especificação funcional |
Fase 5 de 8
Garantir que o MVP não seja estruturalmente inviável para evolução futura.
| Item do Escopo | Atividade no Projeto | Entregável |
|---|---|---|
| Conceitos Básicos de Segurança | Definição de limites de front e back | Política básica de segurança |
| O que criar no front | Definição de responsabilidades | Mapa de responsabilidades |
| O que criar no back | Definição de regras e validações | Estrutura de backend |
| Schema de banco | Revisão do modelo de dados | Schema validado |
| Functions, triggers e policies | Definição consciente de uso | Conjunto mínimo implementado |
Fase 6 de 8
Construir o MVP com IA sem perder controle estrutural.
| Item do Escopo | Atividade no Projeto | Entregável |
|---|---|---|
| Construção de Especificações | Criação de documentação funcional e técnica | Documento de especificação |
| Documentação orientadora | Documentação para continuidade | Documentação viva |
| Estruturação de Prompts | Criação de prompts base e por módulo | Biblioteca de prompts |
| Implementação na ferramenta | Construção assistida por IA | MVP funcional |
| Validação de Funcionalidades | Testes de fluxo e regras | Relatório de validação |
Fase 7 de 8
Definir se, quando e como escalar — ou não.
| Item do Escopo | Atividade no Projeto | Entregável |
|---|---|---|
| Como transformar MVP em produto escalável | Avaliação técnica e estrutural | Diagnóstico de escalabilidade |
| Code review | Revisão crítica do código | Relatório de qualidade |
| Estruturação de back-end | Planejamento de evolução técnica | Arquitetura alvo |
| Migração possível de infra | Avaliação de cenários | Plano de migração |
| Conceitos de infra para escalabilidade | Análise de custos e performance | Estratégia de infra |
| Análise de segurança | Avaliação de riscos | Relatório de segurança |
Fase 8 de 8
Preparar continuidade consciente do produto.
| Item do Escopo | Atividade no Projeto | Entregável |
|---|---|---|
| Planejamento de Novas Funcionalidades | Priorização baseada em impacto | Backlog evolutivo |
| Integração de APIs externas | Implementação de integrações-chave | APIs integradas |
| Integração com Inteligência Artificial | Uso de IA como feature | Módulos de IA integrados |
| Entrega | Conteúdo |
|---|---|
| MVP funcional | Sistema operando conforme hipóteses |
| Documentação completa | Técnica, funcional e evolutiva |
| Critérios de escala | Decisão clara de próximos passos |
| Plano de evolução | Roadmap técnico e funcional |
Designer de Ecossistemas Digitais e profissional de Transformação Digital com mais de 15 anos de experiência. Atua na interface entre estratégia, tecnologia, produto e sistemas complexos, estruturando ecossistemas digitais em ambientes multi-stakeholder.
Possui trajetória como Diretor de Projetos e executivo em empresas de tecnologia, tendo liderado iniciativas estratégicas para contas de grande porte em setores como varejo, saúde, educação, indústria e operações com atuação internacional. Sua experiência inclui condução de projetos com múltiplos times, fornecedores e plataformas, lidando com desafios reais de escala, governança, arquitetura e entrega.
Atua como mentor em processos de construção de MVPs, apoiando executivos, PMs e times a compreenderem e aplicarem Vibe Coding e Inteligência Artificial de forma estruturada, consciente e tecnicamente responsável, indo além do uso superficial de ferramentas ou prompts isolados.
Gui Castro também é pesquisador independente nas áreas de Inteligência Artificial, sistemas digitais, arquitetura de produtos e interação humano-máquina. Produz artigos e reflexões sobre IA aplicada, limites do Vibe Coding, modelos de orquestração com IA e implicações técnicas e organizacionais dessas abordagens no desenvolvimento de software e produtos digitais.
Seu modelo de trabalho combina experiência executiva, pensamento sistêmico, pesquisa aplicada e mentoria técnica, posicionando a mentoria como um espaço de aprendizado prático, reflexão crítica e transformação de cenários reais.